Este ano, muitas coisas aconteceram, e nem sempre houve a possibilidade da dedicação merecida ao motociclismo. Alguns passeios foram realizados, mas este foi o mais marcante do ano.
Chegado ao final do mês de Setembro, e depois de algumas reticências minhas, eis que me batem à porta os meus amigos Hugo e Jonas para me convencerem finalmente a acompanhá-los numa pequena viagem sem destino. Mas primeiro, o melhor era almoçarmos!
Durante o almoço muito se falou, e acabei convencido pelo empurrão da minha cara metade.
1º dia - Viseu -> Portalegre
Toca de preparar o "ferro" e dizem-me logo: nada de GPS ou outras geringonças tecnológicas: sem destino é sem destino. Ok!
Pronto a partir, pergunto para que lado. Resposta: para Sul. E vai, toca de virar para Norte... mas uns quilómetros à frente lá nos orientamos e agora é desta que é para sul, pois no céu, a coisa avizinha-se pró feio.
Primeira paragem: uma das áreas de serviço à saída de Coimbra. Umas jolas, um mapa, e nuvens muito negras ao fundo. Como as horas iam passando, fazemo-nos à estrada novamente.
Após alguns quilómetros, as primeiras dúvidas sobre o destino a seguir face ao clima adverso que se avizinhava.
Castelo Branco? Siga pelo IC8, logo se vê... e não tarda, uma molha monumental. Uma ponte perto da Sertã acabou por se revelar muito útil dada a quantidade de água que caiu (a ponte de Pedrógão inundou o tabuleiro). Como estávamos ensopados até aos ossos, decidimos continuar, e numa nova aberta para secarmos, decidiu-se ir para... Portalegre.
Mais uns quilómetros... alguma chuva menos violenta, e chegámos finalmente a Portalegre. Uma pequena volta para encontrarmos um local para pernoitar. Banho quentinho, roupa sequinha, e bora encontrar um restaurante para jantar. Pedido feito, acomodação para ver o Boavista-Porto na TV e bbuuummmm... ficámos sem luz. Umas velas para remediar a situação e esperar pelo jantar... e um bom bocado depois lá aparece a luz. Deveria dar para ver a 2ª parte do jogo, mas nem tudo é mau... o início do jogo sofreu um atraso enorme devido... à chuva, para não variar.
Jantados, lá fomos procurar um local onde passar um final de noite animado. Um barzinho muito acolhedor... e umas valentes jolas e petiscos malhados. Descanso... não sem antes alguns malharem uns Jack Daniel... por causa dos "escapes" que alguns teimam em não largar enquanto dormem.
2º dia - Portalegre -> Beja
Ao acordar, a minha indisposição levou-me a pedir um chá ao pequeno-almoço... deve ter sido o resfriado do dia anterior. Previa-se um dia muito difícil.
Mau tempo, mas está na hora de continuar para... sem destino! Já me esquecia.
Bons quilómetros, com excelentes paisagens, e acabamos por rolar até quase fora de horas de almoço, até Reguengos. Restaurante encontrado, fato de chuva tirado (desta vez a chuva não nos apanhou desprevenidos) começa o meu suplício de indigestão: um mau bocado passado durante o almoço, mas depois S. Gregório teve piedade de mim e aliviou-me.
Como se fazia tarde, e o tempo até tinha piorado, pensou-se em ficar por ali, mas a decisão acabou por ser ir para Sul.
Mais uns bons quilómetros e paisagens fantásticas (não fosse a chuva) e eis-nos chegados a... Beja.
Instalados na Pousada de Juventude, procura-se um restaurante para jantar, que foi muito bom, diga-se.
Como ainda estava bastante pálido e com dores abdominais, decidi regressar à pousada e não desfrutar da noite alentejana como desejava. Aproveitaram os meus amigos, e bem!
3º dia - Beja -> Barrancos
Acordar como novo é uma ótima sensação, sobretudo quando se viaja de moto.
Decididos que estávamos em ir para... Sul, lá nos fizemos à estrada.
À hora de almoço estávamos a chegar a Barrancos. Como estava tudo aparentemente fechado, encontrámos um cafézinho, e bota de aviar o que havia para piquenicarmos porque a chuva até estava a dar tréguas. Escolha do local... Castelo de Noudar, a 12 Km, em estrada de terra batida.
Chegados lá (único local donde tenho fotos) toca de entrar pelo Castelo, e encontrar um local para montar a mesa e comer calmamente, com a devida autorização, é claro.
As horas foram passando, e acabou por surgir a ideia de se acampar por ali, dado o final de tarde se aproximar.
Montámos as tendas mesmo ali, e enquanto uns foram adquirir mantimentos para a a noite, lá fui arranjar lenha porque a noite prometia ser fresquinha.
Lenha junta, e um rebanho caprino a fugir aparentemente sem motivo, e eis que começa a chover, com trovoada, e a coisa prometia. Meti-me dentro da tenda, a chuva entretanto tornou-se torrencial e após uma mais de uma hora ouço um veículo todo o terreno a aproximar-se: eram os meus amigos juntamente com o responsável do Parque de Natureza de Noudar, para me virem buscar, dado que as previsões prevêem temporal para a noite, e dado que uma das partes da muralha teria ruído recentemente, seria mais seguro pernoitarmos na Herdade da Coitadinha. Lá os acompanhei, de mota, até à herdade.
Repentinamente falta a luz, mas fomos servidos com umas tábuas de enchidos de chorar por mais. Iluminação improvisada pela noite dentro até desistirmos de esperar pela luz, já que mesmo Barrancos não tinha electricidade, e de madrugada lá fomos descansar.
4º dia - Barrancos -> Viseu
Ao acordar tardiamente de manhã, e já com luz eléctrica, fomos tomar um pequeno-almoço muito bem servido, diga-se, com todos os mimos.
Contas acertadas e motas carregadas, decidiu-se iniciar o regresso que acabou por ter finalmente um destino: casa.
Finalmente o sol fez a sua aparição e foi um dia memorável, passando por estradas espanholas e portuguesas, desde Olivenza a Elvas, e acabar por jantar em Coimbra, à beira do rio Mondego.
Despedidas logo ali, e cada um seguiu o restante percurso, com a vontade, e falarei certamente pelos três, de repetir a experiência.
Casal Beirão "na estrada"
Aventuras motociclísticas de um casal beirão também apaixonado por ferros, mas sobretudo por tudo o que a estrada e os companheiros motards nos podem dar a ver e conhecer...
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
sábado, 21 de setembro de 2013
European Star Meeting 2013 - Albi - France - III
7º dia – Albi -> Andorra (500 km) – Com apenas duas horas de descanso, o dia avizinhava-se difícil, pois
a arrumação das tralhas, motas preparadas e pequeno-almoço tomado não foi fácil
com tanta destilaria junta num quarto só (aqueles uíques todos
envinagraram a malta).
Mas, com muito
custo e sobretudo pouca vontade física, lá nos pusemos prontos a horas, e
despedidas feitas daquela malta inesquecível, lá iniciámos a etapa de regresso
ao cantinho lusitano, com muitas histórias e memórias para irmos recordando
(algumas não se podem publicar por razões óbvias).
Seguimos a ideia
original de visitar Carcassonne e almoçar por lá. Os primeiros quilómetros
foram difíceis, mas depois entrou-se na rotina habitual. Chegados, deparámo-nos
com uma fabulosa cidade medieval. Um passeio pelas ruas, um almoço merecido, e
lá fomos em direção a Andorra.

Nem de propósito: um restaurantezinho de portugueses.
Venha de lá boa comida e bebida, bem como a converseta. Descanso…

Instalados no
hotel, lá fomos procurar onde jantar ali bem perto, e ao gosto de cada um. Como
elas já amolentavam, todos no descanso que a última estirada é já a seguir…
9º dia – Madrid -> Viseu (560 km) – O calor fez-se logo sentir nas primeiras horas, e com os ferros
prontos, lá fomos atestá-los e a nós também.

A temperatura sempre
a subir, e chegados a Salamanca, o melhor foi mesmo almoçar numa esplanada com
uma sombra fresquinha.
Depois disto,
paragem em Vilar Formoso para atestar e foto da praxe, para finalmente
seguirmos até terras de Viriato, onde a família já me esperava, bem como um
lanche e bebidas para todos, sobretudo para o amigo Maia que fazia anos (e não
dizia nada à malta). Cansados, mas com muitas recordações, chegou a hora de me
despedir dos amigos e companheiros de viagem, que ainda tinham algumas centenas
de quilómetros para concluírem o regresso as suas casas.
Haverá mais, se
Deus quiser!
European Star Meeting 2013 - Albi - France - II
4º dia – Tarbes -> Pirinéus -> Tarbes
(172km) – Já com todos bem repousados, lá telefonámos
à “gendarmerie” para saber se poderíamos efetivamente passar em certas
localidades, dado que as informações que nos chegavam eram de que havia
estradas cortadas devido às obras de reconstrução por causa das cheias que
destruíram muitas habitações e acessos às estradas de montanha. Simpaticamente
foi-nos dito que poderíamos avançar pois apenas haveria condicionamentos no
trânsito, mas que as estradas estavam transitáveis.

De tarde, lá
seguimos pela estrada de montanha acima, tal e qual o “Tour de France” com uma pequena paragem em “Barèges”, dado o trânsito devido às obras, e também para
ver que a força das águas tudo consegue derrubar. Já mais hidratados, lá
seguimos em direção ao “Col du Tourmalet”, não sem antes apreciar aquelas
paisagens fantásticas, com foto da praxe, e lembrar o que os ciclistas têm de
pedalar sem poderem apreciar a beleza natural que se lhes impõe.
Dadas as horas, decidimos
encurtar o trajeto e não ir até “Arreau”, dado que teríamos de regressar
exatamente pela mesma estrada, e assim teríamos mais tempo para um lanche.
Antes disso, no “Col d’Aspin”, um encontro com quatro “moteros” espanhóis, e
mais uns dedos de conversa e umas fotos, e o batizado do “animal” pelos nossos
amigos espanhóis.
O lanche acabou por
ser em “Bagnères-de-Bigorre”, onde descansámos à sombra e ainda deu para ouvir
um som ao vivo, para um final de tarde em beleza.
Montados nos ferros, lá
seguimos até Tarbes, onde após o jantar, e mais umas peripécias para alguns nos
quartos, lá descansámos com a natural ansiedade e expetativa de querer chegar
ao local do meeting.
5º dia – Tarbes -> Albi (250 km) – À hora marcada, uns mais cedo que outros, lá carregámos os ferros e
procurámos um lugar para um pequeno almoço: bem perto dali (e nós às voltas,
daahhh) uma “boulangerie/patisserie” bem acolhedora, onde fomos mais uma vez
muito bem recebidos. O dono já teve mota, e ao fim de semana junta ali os seus
amigos motards, pelo que nos colocou na mesa tudo o necessário para iniciarmos
o dia.
De barriga cheia,
lá nos fizemos à estrada para cumprir com o horário de almoçarmos em “Gaillac”,
o que acabou por acontecer mesmo.
Uns mais apressados
que outros, chegados a Albi, tempo ainda para parar e atestar os ferros e ir às
compras: uns compram calções de banho, etc, outros compram escovas de aço,
bomba-de-pé, etc, mas gostos não se discutem ;).

O nosso anfitrião, o Toto, um amigo português do Star Club
France, fez de guia durante a nossa estadia.
Como forma de agradecimento e de
apresentação dos Star Riders Portugal, a seguir ao jantar oferecemos um brinde
com o nosso vinho do porto acabadinho de chegar connosco, a todos os
participantes.
6º dia – European Star Meeting – Depois de um descanso e de pequeno-almoço tomado, lá pegámos todos
nos ferros para um passeio da organização pelas localidades vizinhas. Mais de
centena e meia de ferros Star a rolar por terras gaulesas… no comments.
Uma visita a um
museu do vidro com demonstração, seguida de uma rápida paragem num produtor
local de vários tipos de bebidas alcoólicas, onde a explicação, e sobretudo a
degustação deliciou os presentes.

European Star Meeting 2013 - Albi - France - I
Com a chegada do membro mais novo da família, a hipótese de viajar de moto ficou suspensa, mas com alguma insistência de familiares e amigos, lá parti para mais uma odisseia.
Depois do planeamento imaculado do amigo e companheiro Sérgio, de alguns avanços e recuos, chegou a hora de nos fazermos à estrada, no final de um mês de Agosto quente e incendiado.
2º dia – Vila do Conde -> Burgos (540km) – Ao fim de um sono repousante, e pequeno almoço tomado (obrigado Maia
e Eulália), lá fomos encontrar-nos com os restantes companheiros de
viagem no ponto de encontro. Alguns amigos e companheiros já
nos esperavam com alguns viajantes.
Decidida que estava
a paragem para abastecer os ferros, em Espanha, claro, eis que saímos logo na
primeira saída após a fronteira, mas nem todos lá chegaram. Um telefonema e
ficámos a saber que a mota do amigo Hélder não gosta de sair de Portugal. Questões de
passaporte, ou “roaming”… nas velas. Uns foram atestar os depósitos, outros dedicaram-se às limpezas... e logo de
seguida chegam os apeados, que aparentemente resolveram a questão (pelo menos
para já, pois não se iria desistir tão cedo).
Chegados ao Hotel
para descanso, alguém se fechou no quarto, com a chave por fora! A cenas que se seguiram foram dignas de um momento humorístico ao mais alto nível, e quem os viveu lembrar-se-á concerteza.
Hora de almoço e chegada a Irún, a escassos
metros de França. Tirar fatos, estacionar os ferros, procurar restaurante e lá
nos fomos sentar. Ao entrar vimos logo uns compatriotas, um deles com a camisola do MC Faro, que
veio logo meter conversa, tirar foto para recordação, etc, etc.
Check-in, motas
descarregadas e lá fomos à procura de um restaurante para jantarmos (como
sempre, ou eles jantam muito cedo, ou nós jantamos muito tarde).
Após umas voltas, o melhor era mesmo ao pé do hotel. Depois das apresentações com o dono, da azáfama a ir mostrar a mota do Dinis aos seus clientes e chef de cozinha, lá nos contou que tinha estado em Portugal e que fez 14 refeições de bacalhau, etc e tal. Lá nos foi “mimando” com os seus cozinhados, e depois de satisfeitos, lá fomos descansar.
Depois do planeamento imaculado do amigo e companheiro Sérgio, de alguns avanços e recuos, chegou a hora de nos fazermos à estrada, no final de um mês de Agosto quente e incendiado.
1º dia – Viseu -> Vila do Conde (170 km) – Depois de um dia atarefado, chegada a noite fiquei pronto para
partir. O combinado era ir dormir a Vila do Conde de onde no dia seguinte
iniciaríamos todos a viagem. Mota pronta e lá segui eu, não sem antes passar
pelos incêndios da A25, de ser acompanhado pela GNR durante alguns quilómetros
devido ao fumo e fogo nas bermas, mas eis que chegado a Vila do Conde, lá fui até casa do amigo Maia onde pernoitei, não sem antes uma boa
conversa entre amigos que nunca mais acabaria não fosse a necessidade de algum
descanso.

Com toda a equipa reunida, motos atestadas,
foto da praxe e “ala que se faz tarde”.
À medida que fomos
“comendo” quilómetros, eram visíveis os incêndios. Primeira paragem: Chaves –
onde uns minutos bastaram para um cafézinho.

Seguimos então
todos em direção a Puebla de Sanabria, onde almoçámos numa esplanada, e que bem
que soube aquela sombra com tanto calor.
De novo
retemperados, lá fomos em direção a Burgos, a malhar no asfalto, não sem antes
atestar os depósitos das motas e de nós próprios.

Jantar no local e
descanso… e fica o momentum do agarradinho
ao quadro da “miúda virada de costas”.
Bons momentos sim senhor, mas era preciso esticar os ossos para o dia seguinte.
3º dia – Burgos -> Tarbes (460 km) – Após o merecido descanso, pequeno almoço no Hotel, atestar os ferros
nas bombas mesmo ao lado, e “bota lá mais para a estrada”. Decididos que
estávamos a poupar nas autopistas
espanholas, lá seguimos pela nacional e pela autovia. Nos pirinéus, paragem para gasosa e wc, e como as gotas de
chuva apareceram, enquanto vestíamos os fatos de chuva ainda caiu alguma. Mesmo
que depois a chuva não fosse nada por demais, os fatos deram jeito, mais não
fosse pelo spray que gramámos.

Uma pequena visita
ao comércio local e lá seguimos para França, onde estava um caos à entrada da autoroute. Após uma gincana pelo meio
daquela confusão, lá nos conseguimos safar, também com a compreensão de alguns
enlatados (outros nem tanto).
Uma pequena paragem
para abastecermo-nos, e eis que o Dinis não se dá com as “pistolas” francesas.
Problema resolvido, lá seguimos em direção a Tarbes, para mais uma pernoita,
desta vez duas noites no mesmo hotel.

Após umas voltas, o melhor era mesmo ao pé do hotel. Depois das apresentações com o dono, da azáfama a ir mostrar a mota do Dinis aos seus clientes e chef de cozinha, lá nos contou que tinha estado em Portugal e que fez 14 refeições de bacalhau, etc e tal. Lá nos foi “mimando” com os seus cozinhados, e depois de satisfeitos, lá fomos descansar.
Alguns ainda tiveram de fazer arrumações no quarto primeiro…
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Picos de Europa 2012 - IV
4º Dia: Cangas de Onis -> Lagos de Enol e Ercina -> Puerto del
Pontón -> Riaño -> Chaves -> Viseu
Acordar mais cedo, e arrancar em
direção a Covadonga (cerca de 10 minutos) e depois 12 Km’s de curvas
fantásticas até aos Lagos. Na estrada algumas surpresas bem identificadas: gado
bravo, pois os bois e as vacas são reis e senhoras daquelas estradas. Uma paragem
forçada de 1 minuto por causa do gado, que se resolveu com “un coche” mais
apressado e que obrigou literalmente o gado a encostar-se à berma. Aproveitámos
para passar.


Passagem pelo Mirador de la
Reina, mas sem paragem, pois o nevoeiro era tanto que não se via nada mesmo.
Chegados aos Lagos, vistas deslumbrantes. Solinho, já com alguns carros e
muitos caminhantes no local. Uma visita aos arredores do lago, umas fotos e
apreciar o cimo de um pico ainda com neve. Maravilhoso.
No regresso a Covadonga, agora
sim, paragem no Mirador de la Reina, com vistas fantásticas e claro, a
companhia das vaquinhas e seus vitelos.
Montados nos ferros, eis que
iniciamos a última parte do nosso percurso pelos Picos de Europa: “Desfiladero
de los Beyos”. Simplesmente magnífico. Mais uma vez, as fotos falam por si. E os Picos a ficarem para trás... não sem antes umas paragens merecidas.

Almoço previsto para Riaño e foi
mesmo assim: paragem com vista para o lago, sombrinha, comidinha na mesa,
encher ligeiramente (lol) a barriguinha, e um pequeno descanso.
A entrada em Portugal não tem sequer fronteira
física, dado que a A75 espanhola entra literalmente dentro da A24 portuguesa.
Aproveitámos e tomámos um pequeno-almoço,
pois íamos prevenidos para o caso de não haver nada aberto, dado que os
horários espanhóis são diferentes. Mas ali não, até tomámos um “café solo”.
O nevoeiro voltou a cair, mas
felizmente rapidamente se dissipou, e mais umas fotos e arregalar as vistas,
encher a memória de imagens fantásticas, com o gado ali mesmo ao pé de nós, a
circular livremente. Apenas um senão: aquele alcatrão ecológico que este gado
larga pode assustar e prejudicar os mais incautos, sobretudo se não tiverem
calçado de reserva.
Covadonga com nova paragem para
um momento de reflexão e recolha pessoal, e seguimos para Cangas de Onis onde
atestámos os ferros e visitamos a feira semanal local. Compras de última hora,
incluindo uns “embutidos, quesos, pan, sidra, etc… dado que a viagem ainda era
longa.
Depois, foi regressar pelo mesmo
caminho até Benavente, e em vez de regressar por Zamora e Salamanca, optámos
pela fronteira de Chaves, seguindo sempre por “autovia” até Portugal.
Subscrever:
Mensagens (Atom)